EUA, Israel e Reino Unido: efeitos da vacinação

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Líder global no ranking de vacinação por habitantes, Israel já superou a marca dos 50% da população imunizada pelo menos com uma dose. E os resultados apareceram rapidamente: redução em até 95% do risco de adoecimento após a aplicação das duas doses e diminuição de hospitalizações e mortes em mais de 98%. No Reino Unido, a Escócia teve 80% menos hospitalizações apenas quatro semanas depois da aplicação da primeira dose. Nos EUA, mais de 50 milhões de doses foram aplicadas em pouco mais de um mês – a meta do presidente Joe Biden é atingir 100 milhões em 100 dias. “À medida que você vacina e mantém as medidas de proteção, você consegue reduzir rápido [a transmissão do vírus], e mais rapidamente pode voltar a sonhar de novo e viver uma vida melhor”, afirma Fatima Marinho, epidemiologista da Vital Strategies, organização que auxilia 63 países no combate à pandemia. Fatima e Felipe Santana, correspondente da Globo em Nova York, são os entrevistados de Natuza Nery neste episódio. Fatima detalha as campanhas de Israel e Reino Unido para vencer as fake news e gerar confiança nas vacinas e explica por que a imunização dá resultado tão rápido. Felipe relata o caso norte-americano: com uma população de 330 milhões de habitantes, o país tem doses suficiente para imunizar mais de 400 milhões de pessoas. Além do ritmo de vacinação recorde em mais de 2 milhões de aplicações por dia e um aporte bilionário na economia e na estrutura de saúde. “Há muito investimento e o presidente faz pressão para que Estados aumentem o ritmo”, conta.

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